- Não adianta uma reforma no Grêmio. Precisamos de uma revolução.
Foi com a seguinte frase que Paulo Odone oficializou sua candidatura à presidência do Grêmio para as eleições do clube em outubro, pela Chapa1, a Renova, Tricolor. Mais de mil pessoas estiveram presentes no evento.
A oposição de mostrar bastante confiante em um resultado positivo, visto que o ex-presidente Fábio Koeff não deve sair candidato pela situação.
– Não vemos como possível, porque ele acaba de participar da eleição no Clube dos 13, onde contou com apoio de clubes e se comprometeu com eles. Sabendo do caráter do Fábio Koff, ele não vai desapontar e deixá-los na mão – justificou Homero Belini Júnior, um dos integrantes do movimento.
Unificação política
Nesta quinta, um dos integrantes do movimento Dá-lhe Grêmio, da situação, Evandro Krebs, disse que gostaria de ver os grupos políticos do clube trabalhando unidos, em prol do time do coração. Homero Bellini Junior gosta da ideia, mas acredita que isso só será possível após as eleições tanto para o Conselho Deliberativo, agora em setembro, como para a presidência, em outubro.
– Passado o processo eleitoral, é uma obrigação de todos os gremistas trabalharem juntos pelo clube. Tenho certeza que depois todos terão a visão óbvia de que não há de se ter espécie alguma de vingança, mesmo que já tenha acontecido isso no Grêmio, para o lamento de todos os gremistas. Essa união é possível, mas não agora – destacou.
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